sábado, 7 de março de 2009

Carnival revival


Sempre achei algo mágico ver os músicos da Orquestra Imperial juntos. Chega a ser covardia tanta gente de talento com um único objetivo: levar o samba carioca para onde ele quiser chegar - ou quiser ser recebido. Se você, que concorda comigo, quer ter esse sentimento maximizado, assista a um show desses amigos.
E que apresentação deliciosa! A minha grata surpresa começou quando, logo na introdução, fizeram um instrumental "bossaxé" de Stairway to heaven. Foi lindo poder ouvir o respeito que a Orquestra tem pelo Led Zeppelin; e a veia clássica do rock também correu para outros lados: lá para o meio da apresentação, tocaram parte de Iron Man, do Black Sabath.
Depois dessa surpresa, Moreno, Amarante e companhia começaram os trabalhos com a lindíssima Sem Compromisso, seguida (em port-pourri) de Obssessão. Passearam muito bem pelo repertório do álbum, e ainda tocaram uma música de Cartola (que não lembro o nome) e a clássica Eu bebo sim, com direito a Amarante (já no ponto!) mudando o refrão para "eu fumo sim, estou dizendo, tem gente que não fuma e está morrendo...". O hermano estava impossível ontem. Chegou a subir no bumbo da bateria para ficar pulando. Por que? O refrão explica. Coitado do rodie. Ele é ,sempre, o que mais sofre.
Quem curte gafieira, não tem como não adorar o show da Orquestra Imperial. E por falar em gafieira, esse foi um dos dois problemas de ontem. Um anfiteatro acaba com qualquer possibilidade de dança a dois, par com par, bem como pede esse tipo de samba. Da próxima vez, em espaço plano para bailarmos, por favor.
Ah, sim, o outro erro do show foi Márcio Mello, cantor, compositor e cara de maior estilo Charlie Brown Jr da Bahia, não só pelo vestuário. Ele tocou Esnoba, música que tornou-se famosa com a Moinho. E olha só que coisa, acabei de descobrir que essa música é dele. Bem que desconfiei! Antes de escrever essa última frase, achei bom certificar-me disso. Fato é que Márcio Mello deve ficar em casa compondo, só isso. Ele estragou sua própria canção, como pode? E eu tenho autoridade para falar mal dele, porque já vi show. Ele é uma mistura de Charlie Brown Jr com O Surto (de pirar o cabeção, lembra?) e coisas do gênero. Constrangedor. Quando acabou, acho que sentiu-se um pouco fora de contexto e resolveu mandar um samba de Vinícuis (e que samba! O da Bênção) com sua guitarra. Perdeu uma ótima oportunidade de dar meia volta e sair do palco.
Mas voltemos à Orquestra. Nem teve chorare, mas foi tudo lindo: a execução, o clima (coisa mais linda Moreno dançando com Thalma...), o público no espírito, os músicos, as músicas... Poderia ver um show desse toda semana.
E pra não dizer que não falei das flores, vale lembrar a participação de Virgínia Rodrigues (nunca tão pouco apocalíptica) e o show de abertura do evento, com Gerônimo. Jamais sairia do aconchego do meu lar para ver Gerônimo. É aquela coisa, se você vai para um evento ver outra coisa, e ele estiver lá fazendo um som, fiquei, veja. Mas uma coisa é certa: preferiria muito mais duas horas de abertura com dj Sompeba. Esse cara manja muito de carnival revival. Ele já tocou no Baile Esquema Novo, lembro de ter aprovado desde então.
O próximo show são só expectativas. São Paulo, 22 de março, Chácara do Jóquei Club...

domingo, 1 de março de 2009

-O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que incluirá no orçamento fiscal de 2010 o corte de subsídios agrícolas para os produtores que ganham mais de US$500 mil por ano. Essa medida pode ser benéfica para países como o Brasil, que têm como uma das principais bases econômicas a agricultura para exportação.

-Obama também anunciou que vai retirar, até 2010, parte das tropas americanas que ocupam o Iraque, um efetivo que beira os 90 mil homens. Essa sim foi uma excelente notícia. Os Estados Unidos gastaram cerca de US$1 trilhão para manter essa guerra estúpida. Seja lá qual for o motivo dessa acertada atitude - econômico, humanístico - é algo que nos deixa satisfeitos. Só não sei até quando.

-Dica de site: http://www.marcosbagno.com.br/ . Vale a pena procurar entender a idéia desse linguista e professor da UnB. Preconceito linguístico (assim como o musical) existem e reforçam estruturas culturais lamentáveis.

-Alguém, por favor, avisa ao Márcio Garcia que ele não pode ser ator! Mandem-no tomar o Caminho de volta para o Brasil e retornar a apresentar aquele programa de relacionamentos (?) na Record que é melhor. Hoje, se não me engano, o semanal é apresentado por Rodrigo Faro, que é muito mais ator que Garcia. Pura vergonha alheia.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Foi tudo mais verdadeiro

Mais uma vez, venho tirar a poeira deste blog para fazer o balanço sobre o que pude apreciar do Carnaval. Dizem que o ano só começa depois desta que é a maior festa popular brasileira. Sendo assim, é hora de começar - efetivamente - a pôr em prática todas aquelas promessas feitas à beira da praia, no reveillon. Mas o motivo do post é o Carnaval, então vamos a ele.


Devo dizer, para começar, que o governo (apesar dos incansáveis pesares), está de parabéns. Injetou diversidade na festa como nunca. Através da Secretaria de Cultura (Secult) e Fundação Cultural (Funceb), o folião alternativo teve o seu espaço, podendo relembrar antigos hits com o trio elétrico Anos 80, ouvir rock na avenida com Cascadura e Lobão e ter o grande prazer de testemunhar a volta dos Novos Baianos. A falta de divulgação foi comprovada pelo pouco público que acompanhou alguns desses trios. A violência, no entanto, continua aquela de sempre (12 homicídios no final de semana da festa). As brigas se perpetuaram por tudo o percurso. O Fantasmão que o diga.


Sobre a mesmice musical, a gente pode passar. Nunca vi tanto coorporativismo quanto de quem trabalha para o axé. Bandas tocam músicas de outros artistas, ditos "parceiros". São canções fadadas a virarem hit do Carnaval 2009. Dalila, por exemplo, foi tocada em frente ao Farol da Barra por quase todos os trios que por ali passavam. Ano que vem será uma música de Chiclete com Banana ou Asa de Águia o hit. Não há novidade.

A minha experiência com o Carnaval foi pequena, mas suficiente para tirar algumas conclusões. Na quinta-feira, Os Mascarados deu início à folia do público que não é a fim de buscar Dalila. Tirando a tal da "corda filosófica", que torna o espaço dentro do bloco mais insuportável do que fora dele, ocorreu tudo na mais perfeita irreverência e diversão. A sexta foi dia de descansar em casa para enfim, no sábado, rever os Novos Baianos. Depois de uma forte chuva no início do show, que fez o som parar por cerca de vinte minutos, Baby, Paulinho Boca e Pepeu puxaram o trio com um repertório delicioso, relembrando antigos sucessos da banda, além da clássica "Chame gente". O público fora mais qualitativo que quantitativo o que, por um lado, não é ruim, já que garantiu a boa vibração que marcou a volta dos Baianos. O domingo foi dia de revê-los, agora no circuito Dodô. No início da tarde, eles já estavam lá, agora com mais público, firmes e fortes , trazendo alegria aos fiéis fãs da boa e velha música baiana. Foi nessa ocasião que surgiu a polêmica matéria de Edson Rossi, repórter do portal Terra. Segundo Rossi, o pouco público (para ele, cerca de cem pessoas) foi indicativo de que "o tempo, para os Novos Baianos, já passou", em um texto carregado de preconceito e desconhecimento. O repórter ainda disse que nem foi preciso cordas para separar "a massa" do "público que paga 800 reais por um abadá". Mal sabe ele o princípio de um bloco alternativo. Prefiro passar por cima dos erros desse texto, porque o jornalista não sabia sobre o que estava escrevendo. Mas ele não foi de todo infeliz. Quando diz que "eles [os Novos Baianos] foram ignorados pela turba que costuma curtir ivetes, danielas, psiricos e tataus do Carnaval de Salvador", ele ressalta a pouca importância que foi dada a esse evento histórico que foi a volta do grupo. É de se indignar que haja tão pouca valorização, refletida no pouco público que foi prestigiar. Os Novos Baianos nos dão esse presente, e é assim que retribuimos... Mas como já disse, a qualidade do pessoal que acompanhou o trio acabou por superar essa "falta", sobretudo em Ondina, quando foliões sentaram em frente ao trio, impedindo que este saisse da avenida. Eles queriam mais. Todos queriam mais. E tiveram, no dia seguinte, no Campo Grande, seu pedido atendido. É impossível querer que haja mais gente em um trio independente do que em um Me Abraça ou Cerveja e Cia, mas estamos evoluindo. A quantidade de ótimos trios independentes foi absurda. Gastar dinheiro com abadá é bobagem.

Na segunda, o plano era ir ver Baby e os caras, mais uma vez, ou então seguir o Foguetão - trio independente com Retrofoguetes, Érika Martins, Autoramas e outros. Por problemas de percursos, no final das contas, acabei ficando em casa. Na terça-feira, último dia de Carnaval, a idéia foi seguir um microtrio idealizado pelos músicos que fazem o Jam no Mam (Ivan Huol, Paulo Mutti, dentre outros). Ótima idéia! Além de dançar ao som de um excelente repertório para carnaval, pude ouvir Armandinho tocando (brincando...) Chame gente e Brasileirinho, e Chico César caindo na farra com a galera.

Quando paramos em frente ao camarote-estúdio da Band, alguém da produção dizia que estávamos ao vivo, e pedia animação, braços para cima, coisa e tal. O Carnaval tem essa coisa de exigir uma alegria de quem está presente; muitas vezes, um alegria meio forçada, sobretudo nos blocos de "gente bonita" do axé. Mas, dessa vez, eu não precisei de muito esforço para me animar. Foi tudo mais verdadeiro.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

E viva a antropologia!

Acabei de voltar do Festival de Verão. Como sonhei com esse momento! Apesar de ter que estar de pé daqui a poucas horas, não posso deixar de registrar minhas incansáveis críticas.

Esse evento, para começar, não cabe mais no Parque de Exposições. Salvador não tem espaço para abrigar um festival desse porte. Fora que é um evento para a Rede Globo: tomaram metade da já apertada pista para colocar os equipamentos da emissora que vai levar a “mistura de ritmos” para o Brasil inteiro. Inúmeras aspas não conseguiriam denunciar a ironia dessa expressão.

Mas falar mal do Festival de Verão é tão piegas... Vou falar apenas da minha experiência pessoal.

Logo na entrada, senti que a noite não seria das melhores. Sobre o público, prefiro não tecer maiores comentários, para não parecer preconceituosa. Mas confesso que minha paciência com pré-adolescentes, projetos de playboy e afins não é grande. Como os mineiros eram os turistas, decidiam tudo. É claro que fomos correndo tentar pegar o show do Jota Quest. Que sorte! Ainda nem tinha começado... Sorte? (rsrs) Eu não desejo um show do JQ para ninguém! Você que quer o meu mal, você... não te desejo estar na pista ao som de “Do seu lado” ou “Só hoje” jamais! Mas tudo bem, ao agüentei Jota Quest. Estava rindo dos tipos e comportamentos. Adoro essas experiências antropológicas. Soube que a próxima atração seria Ivete Sangalo. Ah, é claro que eu precisava fugir. Preferia ficar sozinha naquele ermo, mas em outro local, outro palco, qualquer coisa, a ver show dessa, cof, cantora. Fui sozinha, então, para a Arena Maurício de Nassau, antigo Palco Tendências, que estava sob o comando de Alexandre Timbó, Marrom e Wanda Chase, três figuras que super ajudam e circulam no meio alternativo. Tudo a ver. Pois bem, o Cascadura estava acabando de dar uma entrevista e pronto para entrar no palco. Pude ver o show inteiro, até gostei, mas estava sozinha. Tá, com certeza foi melhor do que estar “de galera” no show da outra, mas ficar só em Festival é triste. A sensação de estar verdadeiramente abandonado e sem ter onde pedir socorro é bem maior. Quando acabou o show dos caras, vi-me obrigada a voltar para encontrar a mineirada. Ana Carolina ainda estava no palco, ao invés de Ivete. Poderia ser pior. “Porra, me fodi, vou ter que esperar mais um monte pra ir embora!”. Eu estava tão puta da vida que nem curti quando ela tocou “Cabide”, “Uma louca tempestade” e, confesso, “Elevador”. Definitivamente, esse show não é pra Festival de Verão. Mas aposto que ainda voltará muitas vezes, porque a pista estava lotada, o que não é legal. Acabando a sua apresentação, voltei correndo para a “Concha do Festival”. Vocês não sabem o quanto que ri quando disseram que ali tinha estrutura e clima desse ótimo espaço do TCA. Pois bem, lá estavam, no palco, a banda O Círculo e Matisyahu*. Essa idéia ficou na minha cabeça até que Pedro Ponde o apresentou como Lirinha, vocalista da Cordel do Fogo Encantado. O show acabou, a Cordel respondeu às perguntas do público... Pouco tempo depois do show ter começado (as entrevistas eram sempre seguidas diretamente do show), meu tio veio me salvar. Disse que estávamos de partida. Foi o melhor momento da noite. Essa banda do Matisyahu, eu até respeito, mas agüentar é fogo, dose pra leão mesmo.

Tudo isso sem contar com o cheiro de Fenagro (é, aquele mesmo). Alanis merece, apesar de estar decadente. Não posso perder a oportunidade de ver show dela. Dificilmente terei outra oportunidade. Mas não gostaria de passar por tudo isso de novo. Acho bom que ninguém me apareça com um esquema melhor para o sábado à noite...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O que vem por aí...

Quando as aulas voltarem, espero que elas tragam o meu pique para escrever junto de volta.
Sobre a cobertura da nova situação política dos Estados Unidos, com Barack Obama à frente do país, tenho apenas uma coisa a dizer: muito cuidado com Veja. Quando o primeiro presidente negro ainda era uma mera possibilidade, a esperança tomava conta das matérias, muitas com tom de apoio. Agora já começam a surgir os primeiros pitacos, as críticas... Bem, a retirada gradual das tropas norte-americanas do Iraque e um desejo de maior diálogo com o Brasil são indícios de que estramos, de fato, em uma nova era política. E meios de comunicação reacionários não gostam de avanço. Toda cautela é pouca: com Veja, com Obama...
Para não dizer que não falei de flores, uma boa notícia. Tá, ainda não é fato, mas é esperança: depois que Flora Gil resolveu tirar o excelente Expresso 2222 do carnaval baiano, o governo prometeu fazer uma substituição à altura. Para mim, caso seja concretizado, será até melhor. Estou falando da possibilidade dos Novos Baianos assumirem um trio elétrico por dois dias - quinta, na Avenida, e domingo, no circuito Barra/Ondina. Fala-se apenas da participação de Paulinho Boca, Baby e Pepeu. Se alguém conseguisse convencer Moraes Moreira de que o carnaval baiano o respeita e o deseja fazendo folia aqui, seria ótimo. Mas tudo ainda é especulação. Vamos aguardar ansiosos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A vida até parece uma festa





- É punk? O que é que é isso?


-Não, isso é Sonífera Ilha.

Excelente o filme que documenta a carreira dos Titãs. Foi o primeiro longa do diretor Oscar Rodrigues Alves, que é famoso pelos clipes das músicas Isso e Epitáfio, da mesma banda, além de outros do Skank, Djavan, Cidade Negra, etc. Vale lembrar que Branco Melo também dirige esse trabalho; em verdade, a concepção da idéia é sua, o Oscar esteve ali para equilibrar o olhar pacional do titã.


Tento, agora, também fazer uso desse equilíbrio. Estou me segurando para não dizer que o filme foi do caralho. Ali, na primeira fila, fiz uma viagem no tempo e logo acendi aquela luz titânica que ainda está dentro de mim. Essa banda foi, por muito tempo, a minha predileta. Não é mais, mas por ter conhecido a fundo sua história, mantenho o respeito por aqueles caras. E, agora, pelo Oscar, que se revelou um ótimo cineasta.

As imagens captadas por Branco em 27 anos de estrada foram escolhidas, editadas e transformadas em um filme biográfico diferente. Segundo Oscar, a idéia era fazer um longa meio louco, mas que contasse uma trajetória. Apesar de parecer um pouco repetitivo, o resultado final é muito bom. Essa é a avaliação de uma ex-fã da banda, atual admiradora de sua história.


Os dois diretores começaram a pensar na idéia em 2002, assim que trabalharam juntos no videoclipe de Epitáfio. Tiveram tempo para fazer as coisas com calma e sem pressão. Foi bom, o filme pareceu bastante pessoal, intimista e nada forçado. São mostradas as fragilidades dos integrantes. Creio que isso poderia ser mais forte, ficaria muito mais diferenciado do que se entende, hoje, por "documentário musical". Mas é compreensível, eles não se sabotariam de maneira tão explícita e o sonho deve ser mantido vivo, se é que vocês me entendem.

Vamos falar dos Titãs agora. A melhor banda da geração rock dos anos 1980, sem dúvida. Vendo e ouvindo aquele estrondo na tela do cinema, fica comprovado que melodias do verdadeiro rock, além do espírito de uma banda do estilo, são a marca dos caras. Até 1996, mais ou menos, isso se manteve. Então veio o Acústico MTV, o As Dez Mais... E hoje essa banda - licença jornalística para o termo - foda, está entregue ao ostracismo pop, que condena bons grupos nacionais de longa data, e aos ensaios de axé aqui na Bahia.


Não importa. Nada vai apagar o que os caras fizeram pelo rock nacional e por si próprios. Nada pode tirá-los do hall de melhores bandas do país. Quem condena os Titãs, saibam, são aqueles que não têm o menor conhecimento sobre o passado dos caras. São aqueles que acham que a banda começou quando lançou um disco pela MTV e colocou uma música em novela.

Fora que, até hoje, os Titãs são certeiros no palco. O último show que vi foi daquela turnê junto com os Paralamas, em comemoração aos 25 anos das duas bandas (algum cálculo está errado, por esse show foi ano passado). Poderia ver aquela apresentação mil vezes. Cantaria e gritaria com força todos aqueles hits. Longa vida, não, mas... Viva os Titãs!






Essa foto foi roubada do blog da Mostra Cine Brasil de Salvador. Foi graças a ela que pude conferir, antecipadamente, essa bela amostragem da carreira titânica. No final de janeiro o filme Titãs - A vida até parece uma festa entra no Circuito Sala de Arte. Não precisa dizer que vale muito a pena conferir. Como Branco falou hoje, é difícil definir o longa, porque é para rir, chorar, se emocionar e, claro, cantar.


A programação da Mostra, que termina na próxima quinta-feira, está no link acima.







sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

NAVE

Mais uma vez, propaganda da festa Nave. Só acrescento uma coisa: se eu ganhar um estágio em breve, nunca mais concorro a ingresso para festa nenhuma da Boomerangue. Estágio remunerado, né, por favor!

Serviço:Nave – Temporada de Novos DJs[Rock – Pop – Indie – Britpop – Mashup]

DJs:el Cabong / Albarn / titamüller / Curto Circuito DJ Projectrickstarla / gatoroxo / Grazie / Meron

10/01/2009 23h R$ 15 (sem consumação obrigatória)

Boomerangue (Rua da Paciência, 307 – Rio Vermelho)Telefone: (71) 3334-5577

Classificação: 18 anos

Contato: festanave@gmail.com